Mundo Avatar- Vida Na Cidade Link
É uma crítica direta ao nosso mundo atual. Moramos em "Bridgeheads" modernos: cidades de concreto, isolados da natureza, dependentes de telas e ar condicionado. Os personagens humanos que escolhem se tornar Na’vi (como Jake Sully) são aqueles que percebem que a "vida na cidade" em Pandora é uma morte lenta da alma. Com os próximos filmes já anunciados ( Avatar: O Portador do Fogo e Avatar: Buscador de Eywa ), as cidades vão evoluir. Sabemos que a RDA construiu estações de mineração na órbita baixa e outras cidades-irmãs de Bridgehead.
A cidade funciona 24 horas por dia. As unidades de mineração (AMPs) são operadas remotamente ou pilotadas por humanos em exoesqueletos. O trabalho é pesado, repetitivo e perigoso. Acidentes com a fauna local (como o ataque de um Akula ou um Thanator) são rotineiros nos relatórios de segurança. Mundo Avatar- Vida na Cidade
A maior diferença entre a vida na cidade e a vida na floresta é o medo. Em Mundo Avatar , as cidades humanas vivem sob a mira dos arcos e flechas (e agora, das baleias). Ataques de resistência Na’vi são frequentes. Alarmes de "Code Vermelho" (invasão de perímetro) são tão comuns quanto o café da manhã. A Outra Face da Moeda: Haveria Cidades Na’vi? Esta é a grande ironia. Quando falamos em "Vida na Cidade" dentro do Mundo Avatar, muitos fãs perguntam: os Na’vi têm cidades? É uma crítica direta ao nosso mundo atual
Sem sol, sem vento natural e sem cheiro de terra molhada. O lazer é digital. Simulações de realidade virtual (VR) da "Terra de antigamente" são o passatempo mais caro. Jogos de cartas, bebidas fermentadas localmente (usando fungos importados) e a "luta de AMP" (arena onde pilotos testam máquinas modificadas em combates) são o entretenimento popular. Com os próximos filmes já anunciados ( Avatar: